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Escrever juntos as memórias e imagens de Aurélia e Sofia de Souza: um laboratório temporário de recolha de imaginários e afinidades, onde a única coisa que interessa verdadeiramente não é a técnica da escrita, o saber escrever, mas o querer lançar-se nessa aventura de tentar “escutar imagens”.

Crystal Beings são personagens recorrentes do universo de Luísa Mota. Como uma construção coletiva de sentidos, marcam presença regular em vídeos, performances e exposições da artista. Estes seres prateados representam um espaço paralelo ao mundo físico: anónimos, intergalácticos, fantasmagóricos e etéreos. Desde o seu surgimento em 2009, os Crystal Beings são seres paradoxais, existindo como elementos que espelham o invisível e o indizível. A prática artística de Luísa Mota faz confluir no território da performance um conjunto de processos terapêuticos e espirituais que exploram o corpo como forma de expressão artística. No ciclo De Corpo Presente, a performance Crystal Beings é apresentada em três momentos públicos, em colaboração com estudantes da Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto. Nos encontros com mais de 20 alunos participantes, conversas, jogos e meditações coletivas despoletaram desdobramentos artísticos ao nível físico e cognitivo.

O Museu da Cidade do Porto homenageia Eugénio de Andrade, assinalando o centenário do seu nascimento com uma exposição na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, tendo por ponto de partida o espólio manuscrito, fotográfico e editorial cedido em 2020 ao Município do Porto. Com esta exposição iniciamos um amplo programa que se dedica à celebração da vida e obra do autor.

  • Escrever juntos as memórias e imagens de Aurélia e Sofia de Souza: um laboratório temporário de recolha de imaginários e afinidades, onde a única coisa que interessa verdadeiramente não é a técnica da escrita, o saber escrever, mas o querer lançar-se nessa aventura de tentar “escutar imagens”.

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  • Crystal Beings são personagens recorrentes do universo de Luísa Mota. Como uma construção coletiva de sentidos, marcam presença regular em vídeos, performances e exposições da artista. Estes seres prateados representam um espaço paralelo ao mundo físico: anónimos, intergalácticos, fantasmagóricos e etéreos. Desde o seu surgimento em 2009, os Crystal Beings são seres paradoxais, existindo como elementos que espelham o invisível e o indizível. A prática artística de Luísa Mota faz confluir no território da performance um conjunto de processos terapêuticos e espirituais que exploram o corpo como forma de expressão artística. No ciclo De Corpo Presente, a performance Crystal Beings é apresentada em três momentos públicos, em colaboração com estudantes da Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto. Nos encontros com mais de 20 alunos participantes, conversas, jogos e meditações coletivas despoletaram desdobramentos artísticos ao nível físico e cognitivo.

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  • O Museu da Cidade do Porto homenageia Eugénio de Andrade, assinalando o centenário do seu nascimento com uma exposição na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, tendo por ponto de partida o espólio manuscrito, fotográfico e editorial cedido em 2020 ao Município do Porto. Com esta exposição iniciamos um amplo programa que se dedica à celebração da vida e obra do autor.

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Investigar a persistência do espírito romântico no mundo contemporâneo. O Porto é fortemente marcado por ele e é onde melhor e mais duradouramente se exprime.

Evitando uma visão historicista, procura-se compreender esta linhagem e estabelecer um olhar sensível sobre esta corrente e o que é o romantismo no mundo atual.

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Mapeia os lugares da água — reservatórios, cursos de água subterrâneos ou a céu aberto, fontes e bebedouros.

Sondamos através da medida do corpo os caminhos da sede, reinventando a nossa relação de desejo com a cidade.

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Entre o Reservatório e a Bonjóia Extensão da Natureza, passando pelo Arqueossítio, no coração da Sé, descreve-se um eixo que reativa um rasto de memória, composto por vestígios e gestos.

É na sondagem do solo, nessa busca em profundidade, que vemos em negativo a estratigrafia do tempo.

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Os parques e jardins que recortam o Museu da Cidade estendem-se de poente a nascente em geometria e escala variáveis por toda a cidade, constituindo um território dentro do território.

É o espaço privilegiado para pensar e ensaiar as práticas que podem ajudar a resgatar a diversidade do mundo natural.

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O seu ponto de emissão localiza-se na Biblioteca Sonora, situada na Biblioteca Pública Municipal do Porto que irradia todas as estações do Museu da Cidade e o espaço urbano entre elas.

Trazemos o som e a experiência da escuta que atravessa as estações e as exposições e se manifesta num projeto de uma rádio em abismo.

Consubstancia-se na criação de um programa de colaborações com poetas, contadores de histórias, compositores, designers de som e músicos oriundos da eletroacústica, para a produção de narrativas, composições e paisagens sonoras originais, inspiradas ou especificamente concebidas para e a partir das várias estações e exposições do Museu da Cidade e o espaço público envolvente.

A Rádio Estação é uma das suas principais manifestações.