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Abertura Exposição

Paisagens Transgénicas
Triplex

14 ABR–13 JUN

6 Banco de Materiais

Integrada no Ci.CLO Bienal de Fotografia 21, Paisagens Transgénicas, de Álvaro Domingos, interroga o sentido da paisagem enquanto código de reconhecimento do território.

Exposição

A Obliquação da Gravidade
Gabinete de Desenho

23 ABR—13 JUN

10 Casa Guerra Junqueiro

A exposição apresenta um conjunto heteróclito e extenso de construções, máquinas, papagaios voadores, esculturas em madeira, objetos, materiais, documentos, imagens, entre vários outros, que foram produzidos ou que pertenciam a António Veiga Leitão (Porto, 1929 – Caldas da Rainha, 2013), um chefe de serviços na Fábrica ROL que se interessava por astronomia, a aerodinâmica e a sustentabilidade.

Exposição

Found Tapes Porto, 2004-2019
Gabinete do Tempo

30 ABR–5 SET

12 Casa do Infante

Ao longo de 15 anos foram recolhidos dezenas de pedaços de fita magnética de cassete, de várias ruas e recantos da cidade (foundtaping). Esta é uma primeira manifestação para descobrir o que armazenam essas fitas que também desenham a história e a geografia da cidade.

  • Abertura Exposição

    Paisagens Transgénicas
    Triplex

    14 ABR–13 JUN

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    Integrada no Ci.CLO Bienal de Fotografia 21, Paisagens Transgénicas, de Álvaro Domingos, interroga o sentido da paisagem enquanto código de reconhecimento do território.

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    A Obliquação da Gravidade
    Gabinete de Desenho

    23 ABR—13 JUN

    10 Casa Guerra Junqueiro

    A exposição apresenta um conjunto heteróclito e extenso de construções, máquinas, papagaios voadores, esculturas em madeira, objetos, materiais, documentos, imagens, entre vários outros, que foram produzidos ou que pertenciam a António Veiga Leitão (Porto, 1929 – Caldas da Rainha, 2013), um chefe de serviços na Fábrica ROL que se interessava por astronomia, a aerodinâmica e a sustentabilidade.

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  • Exposição

    Found Tapes Porto, 2004-2019
    Gabinete do Tempo

    30 ABR–5 SET

    12 Casa do Infante

    Ao longo de 15 anos foram recolhidos dezenas de pedaços de fita magnética de cassete, de várias ruas e recantos da cidade (foundtaping). Esta é uma primeira manifestação para descobrir o que armazenam essas fitas que também desenham a história e a geografia da cidade.

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Investigar a persistência do espírito romântico no mundo contemporâneo. O Porto é fortemente marcado por ele e é onde melhor e mais duradouramente se exprime.

Evitando uma visão histoiricista, procura-se compreender esta linhagem e estabelecer um olhar sensível sobre esta corrente e o que é o romantismo no mundo atual.

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Mapeia os lugares da água — reservatórios, cursos de água subterrâneos ou a céu aberto, fontes e bebedouros.

Sondamos através da medida do corpo os caminhos da sede, reinventando a nossa relação de desejo com a cidade.

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Entre o Reservatório e o Matadouro, passando pelo Arqueossítio, no coração da Sé, descreve-se um eixo que reativa um rasto de memória, composto por vestígios e gestos.

É na sondagem do solo, nessa busca em profundidade, que vemos em negativo a estratigrafia do tempo.

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Os parques e jardins que recortam o MdC estendem-se de poente a nascente em geometria e escala variáveis por toda a cidade, constituindo um território dentro do território.

É o espaço privilegiado para pensar e ensaiar as práticas que podem ajudar a resgatar a diversidade do mundo natural.

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O seu ponto de emissão localiza-se na Biblioteca Sonora, situada na Biblioteca Pública Municipal do Porto que irradia todas as estações do MdC e o espaço urbano entre elas.

Trazemos o som e a experiência da escuta que atravessa as estações e as exposições e se manifesta num projeto de uma rádio em abismo.

Consubstancia-se na criação de um programa de colaborações com poetas, contadores de histórias, compositores, designers de som e músicos oriundos da eletroacústica, para a produção de narrativas, composições e paisagens sonoras originais, inspiradas ou especificamente concebidas para e a partir das várias estações e exposições do MdC e o espaço urbano entre elas.